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‘Cien mil millones de poemas’ hechos en papel‘Cem mil milhões de poemas’ feitos em papel

En 1961 salió a la luz un libro mítico, Cien mil millones de poemas, de la mano de Raymond Queneau. Este libro, insignia del Oulipo (abreviatura de lo que en castellano sería «taller de literatura potencial») propone 10 sonetos cuyos versos son combinables y riman entre sí, dándose así hasta 100.000 millones de combinaciones posibles.

En su cincuenta aniversario, 10 autores y poetas de la élite de la literatura hispana homenajean a Raymond Queneau creando cada uno un soneto para dar lugar a este mismo número de combinaciones y a este objeto «imposible» que es ya una joya de la literatura contemporánea.

De este modo, los encargados de firmar este libro son:
Jordi Doce
Marta Agudo
Fernando Aramburu
Rafael Reig
Pilar Adón
Julieta Valero
Javier Azpeitia
Santiago Auserón
Francisco Javier Irazoki
Vicente Molina Foix

Todos ellos recrean el juego oulipiano en nuestra propia lengua. 10 firmas de lujo absolutamente volcadas en este proyecto que homenajea también a una de sus influencias de creación, ya que todos se confiesan grandes admiradores de Raymond Queneau.

Editado por DemipageCien mil millones de poemas es un objeto único; ideal como elemento de referencia de bibliotecarios, libreros, amantes de la poesía y del diseño de los libros bien confeccionados. Esta lujosa edición, ya en su formato de proyecto, ha sido alabada por libreros y amantes del libro en general, por los propios participantes y por un gran número de autores de primer orden que se han quedado sin poder participar debido a las restricciones del formato.

+ en: Demipage

Em 1961 foi editado um livro mítico, Cem mil milhões de poemas, pela mão de Raymond Queneau. Este livro, insígnia do grupo Oulipo (Ouvroir de Littérature Potentielle ou, em português, «Oficina de Literatura Potencial») propõe 10 sonetos cujos versos são combináveis e rimam entre si, permitindo assim até 100.000 milhões de combinações possíveis.

Pelo seu quinquagésimo aniversário, 10 autores e poetas da elite da literatura hispânica homenagearam Raymond Queneau, tendo cada um deles criado um soneto para dar origem a esse mesmo número de combinações e a este objeto «impossível» que é já uma joia da literatura contemporânea.
Assim, os responsáveis pela assinatura deste livro são:
Jordi Doce
Marta Agudo
Fernando Aramburu
Rafael Reig
Pilar Adón
Julieta Valero
Javier Azpeitia
Santiago Auserón
Francisco Javier Irazoki
Vicente Molina Foix

Todos eles recriaram o jogo oulipiano em língua espanhola. 10 assinaturas de luxo absolutamente empenhadas neste projeto que homenageia também as suas influências na criação, pois todos se confessam grandes admiradores de Raymond Queneau.

Editado por Demipage, Cem mil milhões de poemas é um objeto único; ideal como elemento de referência para bibliotecários, livreiros, amantes da poesia e do design de livros bem produzidos. Esta luxuosa edição, ainda no seu formato de projeto, foi elogiada por livreiros e amantes do livro em geral, pelos próprios participantes e por um grande número de autores de primeira linha que não puderam participar devido às restrições do formato.

+ en: Demipage

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